Três motivos para sua empresa estar nas redes sociais


Entenda os três papeis fundamentais das redes sociais para usá-las de forma mais eficiente.

Pesquisas apontam que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo utilizam redes sociais e o brasileiro é um dos que mais acessam. Segundo pesquisa realizada este ano pela Nielsen, provedora global de informações e insights sobre consumidores, o desejo de dar opiniões sobre produtos e serviços é citado por 68% dos usuários de redes sociais, ou seja, cada vírgula que sua empresa posta nas redes sociais impacta um número exorbitante de pessoas.

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Além disso, se pararmos para pensar, é essencial que a empresa tenha uma página no Facebook e um perfil no Twitter. Não são mais aceitos argumentos como: “Ah… Estamos montando” ou “Estamos contratando uma empresa especializada para desempenhar esse papel”. Esqueça isso já! Aceite que as redes sociais são uma realidade e não dá para deixar de lado, correndo o risco da pena, que pode ser alta.

Neste contexto, muitos gestores querem saber como utilizar melhor as redes sociais, como a sua empresa pode se posicionar, o que devem ou não fazer.Um bom ponto de partida é entender seus 3 propósitos principais:
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Comportamento do consumidor e seu impacto na estratégia das empresas


Grandes mudanças no comportamento do consumidor, previstas para explodir nos próximos anos, poderão render trilhões de dólares em crescimento para empresas, sobretudo para aquelas capazes de entender e trabalhar essas mudanças com rapidez e agilidade. Segundo a Accenture, apenas 20 setores – mais associados a essas alterações – estão prontos para o crescimento de US$ 2,4 trilhões em 2016.

“Muitas empresas esperam superar seus ambientes econômicos ao longo dos próximos anos. Para alcançar as suas expectativas, elas devem olhar não apenas para novos mercados, mas também a forma como o comportamento do consumidor está mudando e, então, colocar em prática os recursos necessários para capitalizar essas mudanças”, diz Mark Spelman, diretor da Accenture.

No relatório global Energizing Global Growth: Understanding the Changing Consumer — baseado em pesquisas online com 10 mil consumidores, 600 executivos e 3 mil corporações em 10 países nos cinco continentes – a empresa de pesquisa e consultoria destaca entre as principais mudanças comportamentais do consumidor a alta taxa de adesão ao comércio eletrônico.

Os dados apontam que quase três quartos (73%) dos consumidores entrevistados usam a Internet para adquirir produtos ou serviços mais do que faziam há três anos, e que cresce o uso de redes sociais como uma ferramenta no processo de compra.

As estatísticas também indicam que cerca de dois terços dos consumidores consideram importante a capacidade de comprar o que querem e quando querem (68%), e também personalizar o produto ou serviço exatamente como querem (63%).

Outra constatação do estudo é o aumento da conscientização relacionada com sustentabilidade e impacto social e/ou ambiental. Metade (51%) dos entrevistados leva em conta, com mais frequência do que há três anos, o impacto ambiental do produto ou do fabricante antes de comprar um produto.
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Plano de posicionamento de marcas


A equipe da Top Brands, liderada por Marcos Machado, desenvolveu este modelo básico de Plano de Posicionamento de Marcas
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A globalização e a rápida evolução tecnológica dos últimos 10 anos que tem equiparado produtos e serviços fez das marcas um diferencial competitivo fundamental. As empresas não podem mais sustentar seu processo de diferenciação apenas em aspectos técnicos e funcionais. A construção e a gestão de uma marca, no entanto, é um desafio cada vez maior. Margens reduzidas levam a orçamentos de marketing menores que tem que ser utilizados com toda eficácia possível. As alternativas de mídia e comunicação, no entanto, são inúmeras e atualmente o cliente/consumidor é bombardeado diariamente por milhares de mensagens. Se por um lado a marca assume uma importância jamais vista, o desafio para sua construção também nunca foi tão grande.

A definição de uma proposta de posicionamento de marca é fundamental para orientar o estabelecimento da identidade de uma marca. Com uma proposta clara e compreendida por todos na empresa, o processo de comunicação de uma marca com o mercado pode se dar maneira muito mais eficaz. O modelo de Plano de Posicionamento de Marcas apresentado a seguir, preparado pela Top Brands, consultoria de marketing especializada em gestão de marcas, abrange os aspectos chave de um Plano de Posicionamento de Marcas.

1. Histórico da Marca

Esta marca existe há quanto tempo? Como foi desenvolvida e quais as principais fases pelas quais já passou? Que produtos/serviços já endossou? Em que mercados está ou esteve presente? Em se tratando de uma nova marca, descreva um pouco da organização que irá gerenciá-la.

2. Análise do Ambiente, do Mercado e da Marca

Que aspectos do ambiente, tais como cultura, demografia ou economia estão afetando a escolha de uma marca? Quais as principais tendências do mercado onde esta marca atua? Há novos concorrentes surgindo, os hábitos de escolha/decisão dos clientes estão se alterando? De que forma? Quais os principais pontos fortes e fracos da marca e de suas principais concorrentes? Em se tratando de uma marca nova, descreva um pouco quais você acredita serão os pontos fortes/fracos da nova marca no mercado.

3. Sistema de Identidade de Marca

a) Atributos do Produto/Serviço
Quais as principais características que os produtos/serviços que a marca vai endossar deverão ter? Serão simples ou sofisticados, modernos ou tradicionais, resistentes, confiáveis, etc. Seja coerente e realista.
b) Símbolos e Imagens
A marca terá um logo, símbolo? Qual? Transmitindo o quê? Utilizará algum personagem? Vai usar embalagem de produto ou instalações de serviço como símbolo?
c) Valores Corporativos
A marca vai transmitir valores corporativos da organização que a detém? Quais?
d) Personalidade da Marca
Haverá preocupação com a construção de uma personalidade para esta marca? Em caso positivo, com quais características?

4. Implementação da Identidade da Marca

a) Proposição de Posicionamento de Marca
Defina de maneira clara sua proposta de posicionamento de marca em termos de público-alvo, categoria de atuação e de diferenciais.
b) Programas de Construção de Marca
Quais serão as principais ferramentas de comunicação com o mercado? Que meios serão utilizados, com que mensagem, etc.



A Alfaiataria e o Poder do Terno

Por Queila Ferraz

Ao longo da história, o vestuário masculino foi sempre mais avançado que o feminino. O traje do homem foi sempre plataforma dos avanços tecnológicos têxteis e formais porque sempre apontou as mudanças sociais na imagem do provedor, do guerreiro, do político e do religioso. Mas quando se fala do fenômeno da moda, o traje feminino toma a dianteira nos temas de estudo e mesmo como fonte de observação para estudos fenomenológicos, por isso, aqui, trataremos do traje masculino e sua permanência formal como fenômeno igualmente importante para a moda e a “não-moda”.

A moda, além da efemeridade e inconstância, carrega, através das roupas, a qualidade de construir a identidade privada, definindo primeiramente o eu do indivíduo pela sexualidade, tendo o corpo como o demonstrador dos gêneros.

O vestuário feminino tem sempre um apelo visual teatral e a roupa masculina determina o padrão real do vestir socializado, incluindo nele suas versões informais, a roupa esportiva, roupa para férias, fim de semana e o traje urbano formal usado para trabalho ou diversão.

O conjunto calça-paletó-camisa, formal ou informal, conhecido como o Terno Masculino, constitui o que conhecemos como alfaiataria, que é composto por uma gama grande de variedades de paletós, calças, camisas, coletes, casacos e gravatas.

Este composto de traje tem sido considerado pelos usuários de moda masculina como enfadonho e repetitivo, porém, o que se questiona de fato é que, num mundo onde a efemeridade dá o tom na cultura das aparências, porque o terno continua sendo o traje civil clássico em todo o planeta?

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Oniomania, a doença do consumo compulsivo

Ilustração de María Ines Vallejos

Há pessoas que compram tudo o que querem, mesmo sem ter dinheiro suficiente. Comprar sem parar e sem necessidade pode indicar oniomania, a doença do consumo compulsivo. Para o oniomaníaco, cada compra representa um alívio temporário de alguma angústia. Pior do que isso: eles podem comprar várias calças da mesma cor e modelo, gastar todo o dinheiro em pares de sapatos idênticos aos que já tem, adquirir roupas para deixar no armário e objetos inúteis. “É um transtorno democrático, não depende de renda. Há perda de controle independentemente da classe social”, explica Hermano Tavares, médico psiquiatra.

Associa-se a outros transtornos

“Há pessoas que exageram e outras francamente compulsivas”, diferenciou Hermano. Para as compulsivas, a oniomania pode estar associada a outros transtornos psicológicos, como depressão, alteração repentina de humor, dependência de álcool e drogas, transtornos alimentares (bulimia, anorexia), entre outros. “O mais comum é comprar para lidar com emoções negativas. A vergonha é um traço marcante desse tipo de comportamento, que o diferencia do consumo comum”, explicou.

Casos reais

A doença pode dar os primeiros sinais ainda na adolescência. “Há uma progressão. Em geral, pelos 30 anos de idade, o consumidor compulsivo já acumulou prejuízos e tem necessidade de buscar o primeiro tratamento, de ajuda”, explicou Hermano. O médico ressaltou que a dificuldade do brasileiro em lidar com compras a crédito piora a situação. “Ele não entende mecânica de juros progressivos. Matemática financeira deveria ser ensinada na escola”, disse. “Calçados me fascinavam.“Parcelava no cartão ou no cheque. Pra mim, era uma pessoa comum com condições de comprar. Depois, vi que não era. Pra pagar, apelava pra minha irmã, que me ajudava. Mas eu não assumia, tinha vergonha”, contou Maria dos Santos, de São Paulo, que em um ano e meio comprou 150 vidros de esmalte e continua comprando. “É muita angústia”, desabafa a funcionária pública, que se tornou depressiva na juventude. O hábito de comprar, que era uma válvula de escape, se tornou compulsão. Além de tomar remédios para depressão, ela se trata com uma psicóloga e sonha com a recuperação. “Peço muito a Deus isso”.
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O cérebro e a motivação da compra


O marketing deve ser considerado um “iceberg”. O que aparece é apenas a menor parte do bloco, sendo que dois terços permanecem submersos e, portanto, invisíveis. Metaforicamente, a parte visível é o marketing racional, e a invisível, o emocional, o marketing do inconsciente. Estudos neurológicos provaram que 100% da motivação de compra são emocionais. Portanto, cabe ao executivo de marketing perceber isso para que suas estratégias sejam focadas no emocional, e não no racional das pessoas. As motivações de compra estão relacionadas às necessidades, às crenças e aos desejos individuais. E a preferência é despertada por imagens que estão no nosso inconsciente coletivo.

Assim, o profissional de marketing deve estar sensível a essas diferenças e criar estratégias e mensagens publicitárias que atinjam diretamente as imagens chamadas de arquétipos, que são verdadeiras estradas mentais sedimentadas a partir do nascimento. Mas nosso cérebro, que na verdade são vários, cada um com sua função distinta, disfarça a verdadeira motivação de compra emocional, para uma “aparência” racional, e com isso “pega” os incautos, que defendem a tese de que o consumidor compra guiado pela relação custo-benefício, preço de ocasião ou pela oferta imperdível, entre outros motivos tangíveis.

O cérebro reptiliano controla os instintos. Temos lá nosso primeiro impulso de compra, imediatamente repassado ao cérebro amigdaliano, que rege as emoções, onde formamos realmente a decisão de compra. Mas como temos de “parecer” racionais, o córtex, senhor da razão, mais que depressa cria um motivo racional para a aquisição.
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Vendas nos shoppings centers cresceram 8,6% em 2013

Praça de alimentação no Blumenau Norte Shopping

Com mais 38 novos empreendimentos em operação e uma média de 415 milhões de visitantes mensais, o mercado de shopping centers brasileiro registrou, em 2013, alta de 8,6% nas vendas em relação ao ano anterior, atingindo total de R$ 129,2 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers – Abrasce. A expectativa do setor para 2014 é de 8,3% no aumento das vendas. Por regiões, o Sudeste contribuiu com o maior faturamento, de R$ 75,908 bilhões. O segundo melhor desempenho foi o da região Sul, com R$ 18,927 bilhões, seguido pela região Nordeste (R$ 18,884 bilhões), Centro-Oeste (R$ 10,356 bilhões) e Norte (R$ 5,147 bilhões).

“Os shoppings brasileiros atravessaram mais um ano de crescimento acima do comércio varejista e da inflação. Um dos segmentos que mais sustentaram seu desempenho foi o de alimentação, o que pode ser atribuído ao aumento do poder aquisitivo da população e a conveniência oferecida pelos centros de compra”, comenta Luiz Fernando Veiga, presidente da associação.
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