• Twitter for Business vem aí

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    O Twitter confirmou esta semana que está preparando o lançamento de seu novo Business Center. Direcionado aos usuários empresariais, o serviço está em modo de teste beta há quase cinco mêses. O Twitter Business Center já foi disponibilizado para “um punhado de assinantes” através de um e-mail que os convida a “participar no teste de um dos elementos mais novos do Twitter, o Twitter ToolkiT”.
    O novo serviço oferece uma série de aspectos exclusivos, como a possibilidade de adicionar um selo de “Conta Verificada” e receber mensagens diretas dos usuários que seguem o assinante. Um detalhe importante é a capacidade de adicionar múltiplos contribuidores à conta, que podem então “tweet” em seu nome.
    Não se sabe quanto o Twiter vai cobrar por esse serviço. Por enquanto, a empresa está testando e refinando o Twitter Toolkit antes de seu lançamento oficial.

     
  • Gestor de Campanha desperta interesse de candidatos

    Gestor de Campanha - Manual do Usuário

    Com a aproximação das eleições, a classe política está em busca de recursos que ajudem na condução de campanhas eleitorais.

    O Gestor de Campanha é uma base de dados relacional que armazena todas as informações essenciais à condução segura de uma campanha. Utilizando este aplicativo, o Coordenador da campanha saberá, a qualquer momento, tudo o que se passa no dia-a-dia da disputa. Dados sobre os candidatos, a militância, a equipe de campanha, detalhes sobre os comitês e os equipamentos confiados a eles, controles sobre os materiais de propaganda, as despesas incorridas, informações sobre os comícios e outros eventos programados, tudo que diz respeito à campanha estará guardado aqui, sempre ao alcance de um clique do mouse.

    Saiba mais sobre esse aplicativo visitando o site do Gestor de Campanha ou faça o download do Manual do Usuário aqui mesmo.

     
  • A estética retrô da Apple

    iPad_reader
    O iPadO último grito da tecnologia guarda dentro de sua concha prata e preta uma visão de mundo de meados do Século 20. A interface para a leitura de livros, então, vai aos primórdios das artes gráficas.
    É claro que tudo é de uma elegância atroz. Ao abrir a agenda de compromissos, o usuário sente-se como se estivesse num gabinete de paredes revestidas de mogno, sentado diante de um desk set de couro. Talvez num dos escritórios de Wall Street ou da Avenida Paulista.

    A agenda do iPad

    O design é quase vitoriano. Sóbrio, marrom e ocre. O tema se repete no iWorks, a suite de aplicativos do tipo Office de que a Apple é proprietária.

    A estante do vovô

    A Apple tenta reproduzir no mundo virtual as sensações, gestos e reflexos que usamos no mundo real. A estante de madeira desenhada pela Apple talvez pretendesse ser a de alguma livraria chic de Park Avenue, mas parece-se mesmo com a prateleira de livros da casa de meu avô. Veja o vídeo abaixo para perceber o passado persistindo no presente.

     
  • Microsoft prepara o “diário digital” Courier

    Courier Foto 2

    Fonte bem informada traz novidades sobre o Courier que a Microsoft apronta em silêncio para lançamento no segundo semestre.

    Ao que parece, o Courier será uma espécie de diário ou agenda (journal) com ênfase em reconhecimento de texto, permitindo a publicação de certos conteúdos num formato de blog inclusive com comentários.

    O Courier será também o leitor de ebook da Microsoft, com toda uma ecologia centrada em leitura.

    Segundo essa fonte, o Courier virá dotado de câmera e entrada para fones de ouvido. A máquina estará centrada no processador Tegra da NVidia e o sistema operacional será o mesmo do Zune, do Pink e do Windows Mobile 7.

    Update – A Microsoft informa que o Courier não vai ser lançado. Segundo uma nota da empresa, “novas idéias são constantemente exploradas e incubadas”. A promessa é de que as tecnologias desenvolvidas no projeto serão utilizadas no futuro. Vamos esperar para ver.

     
  • Warren Buffet responsabiliza os chefões

    Warren BuffetO megainvestidor Warren Buffet quer que os CEOs sejam responsabilizados pelos fracassos em gestão de riscos de suas empresas, observando que os altos escalões das instituições financeiras que entraram em colapso durante a crise de crédito “saíram incólumes da confusão que criaram”.
    “A meu ver, a diretoria de uma grande instituição financeira falta com suas obrigações se não insistir que seus CEOs arquem com a plena responsabilidade pelo controle de riscos”, escreveu Buffet em sua carta anual aos acionistas da Berkshire Hathaway, o conglomerado controlado por ele.
    De acordo com Buffet, os executivos dessas empresas se safaram com muita facilidade. “Suas fortunas podem ter diminuído com os desastres que eles supervisionaram, mas ainda vivem em grande estilo”, disse.